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“Are sins… ever forgiven?”

“Are sins… ever forgiven?”

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Faz um bom tempo que não passo pelo meu diário. Sinto saudades. O caminho até a Forgotten Forest foi longo. Nós passamos por um restaurante em Haviriell, vimos o Fog Museum, que é um local de turismo para forasteiros. Há vários tipos de máquinas lá dentro. Uma que achei estranha foi a tal “Crystal Reactor”. Dizem que a milhões de anos, os seres humanos utilizavam cristais para sobreviver. As cidades eram movidas por eles e tudo mais, mas um dia, simplesmente, os cristais existentes sumiram. As lendas também dizem que um “Crystal” foi criado dentro de uma floresta, e uma menina chamada Sherlotta adquiriu seus poderes, mas um homem mau atacou a vila da floresta atrás do cristal e matou ela inteira. Sherlotta se transferiu para o corpo de um gato, e seu corpo normal foi deixado para trás. Ela também ganhou o poder da imortalidade… Mas enfim, vou contar como foi a nossa chegada a ponte da Forgotten Forest.

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Era uma manhã de calor, a ponte estava calma e o rio silencioso. Podia-se ver alguns comerciantes passando tranquilamente também. Decidimos, eu e Fenrir, então, seguir nosso caminho o mais rápido possível. O Guardião podia estar á espreita. Era uma grande passagem de madeira, saia da grama da Haviriell City e ia direto para a Forgotten Forest, e mais uns caminhos à frente, se via um luxuoso castelo feito de vinhas brilhantes. Sim, a Guilda das Syrens.

O tempo passava e a ponte parecia nunca terminar; aliás ela parecia crescer… Mais passos e passos, finalmente saímos dela. Por algum motivo desconhecido, eu me senti “leve” ao pisar no chão da Forgotten Forest. Ao início da Floresta, só se via vinhas mortas, um local pobre e terrível. Era apenas uma rota comercial até a Guilda das Syrens, e todos os comerciantes eram bem-vindos por lá. É como se o começo da mata fosse um “analisador”, que distingue vendedores de guerreiros. As Syrens são fadas pacíficas, então o “Guardião”, até agora não explícito, as protege. Pelos rumores que ouvi dos comerciantes em Haviriell, ele é grande, um homem de pedra. Só surge àqueles que dão enorme trabalho. Foi então que ao entrarmos na parte bonita da floresta, eu entendi o porque dela ser esquecida.

- Onde será que o protetor está? - Indaguei.

- Não faço a mínima idéia, Althea não sabia nada sobre ele. Apenas sobre as fadas. - Fenrir respondeu, olhando para cada lado da floresta.

- E o que, por acaso, sabe sobre elas?

- Syrens são fadas curandeiras. Algumas Syrens, apesar de calmas, podem se tornar maléficas com o tempo, e isso se deve ao fato de que quando essa raça foi criada, uma boa e uma má coexistiram entre si, mas as herdeiras desta má se tornaram piores, e se rebelaram contra as boas. Por isso, as Syrens malignas sumiram, e as boas ficam por aqui. É por isso que há tanta pacificidade.

Seria o Guardião uma Syren do mal? Não, duvido. Caminhamos a floresta toda, até que vimos um lago ao fundo, porém com as árvores na frente deu para ver apenas sua beirada. Por fim corremos para lá, e ele parecia que não ter fim. Foi então que…

- Espera… Hã?! - Olhei para trás, e vi uma ponte de madeira intacta, com alguns vendedores passando.

- Hm. Guardião maldito. Ele está pedindo guerra. - Fenrir olhou feroz para o centro da floresta.

- O que pretende fazer? 

- É. Ao chegarmos no lago, iremos atacar o centro, e o Guardião aparecerá. É isso. Ele faz uma ilusão para que não possamos chegar ao castelo, sabe que somos guerreiros. - Não tive dúvida, ele queria decidamente chegar a Guilda das Syrens.

O mesmo caminho foi feito. Eram as mesmas coisas, animais, posições, foi um pouco tenebroso. Mas ao chegarmos no lago, ele decidiu parar. Me pediu para dar uns passos para trás, o fiz rapidamente. Então, com as asas no ar, ouviu-se:

- Meteoro Vermelho! - Invocou, abaixando suas asas. Fez-se então um clarão nos céus, e uma pedra enorme avermelhada caiu em cima das árvores, e por um minuto eu notei que no centro do lago que nós não viamos havia uma orbe de pedra. A mesma foi destruída quando o meteoro queimou as árvores.

- Hm, passagem liberada? - Sorri e andei até o lago.

Havia um grande portão após o aguaceiro. Lindo, de cor verde brilhante, e em cima dele uma barra de metal sólido e polido dizendo: Syren’s Castle. Logo pensando ser a Guilda, em seu nome original. Passamos o lago e fomos até as grades da entrada. Para o que nós menos esperávamos, surpreendentemente, algo se mexeu dentro do lago.

- Boco… - Fenrir tremeu. - Acho que destruir o local acordou o Guardião… E parece que ele vive embaixo do… Ah!

O chão estremeceu, e o lago brilhou por dois segundos. Com grandes braços tentaculares, nos trancando dos lados, uma grande capa e sorriso aterrorisante, uma criatura parecida com um polvo apareceu.

- Quem são vocês? - Perguntou ela.

- Eu sou Fenrir, o Red Chocobo de El Cid, o mais ágil Gunner de toda Alfitaria! - Honrou-se ao dizer isso o chocobo poderoso.

- E eu sou Boco, Chocobo protetor de El Cid. - Não perdi a chance de me aparecer também.

- Tolos, o que querem destruindo a floresta das fadas elfas? Vocês não deviam ter queimado aquela área. - Então, o buraco que haviamos feito tornou-se árvores, e a criatura deu um grito. - Vocês, Chocobos malignos, tiverem o azar de pisarem em terras pacíficas procurando lutas!

- Mas viemos aqui em paz! Queremos apenas uma poção das elfas, para curar El Cid! - Meu corpo enfureceu-se ao ouvir aquilo.

- Paz? Vocês querem paz? Como? Se vieram simplesmente destruindo a Forgotten Forest! - O monstro ficou bravo por sua aparência. - Eu mesmo castigarei vocês!

- E quem pensa que é, senhor polvo? - Ironizou Fenrir.

- Meu nome é Kraken, o Espírito da Água! 

Os olhos de Fenrir arregalaram-se, e antes que pudesse fazer um movimento, um enorme tentáculo o jogou de lado nas árvores. Outro vinha para cima de mim, e logo usei meu Choco Beak, machucado a parte debaixo de seu braço. Ele não desistiu.

- Os poderes da água são influenciados pelo trovão… Raios dos céus, nuvens carregadas, eu lhe invoco, Thundaga! 

Uma grande nuvem se criou a vários metros da minha cabeça, e um raio de tamanho grotesco me acertou. Não havia como sobreviver aquilo, eu já sabia que iria morrer. Ah, como sou fraco, eu perdi. Meus olhos se fecharam, e a criatura derrubou um tentáculo em mim.

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É… Nós perdemos para o Kraken, mas a Rainha das Syrens, Silyn, apareceu no último instante, e nos salvou. Ela conversou com Fenrir, e até agora estamos bem. Droga, me chamaram na sala da Rainha. Vou resolver este assunto e volto ao meu diário. Até mais tarde…

                                                                                                                                 Boco, the Chocobo.

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